Viagens Internacionais de Pets: Guia Definitivo de Como Emitir o CVI para Seu Animal
A preparação para viagens internacionais de pets é o procedimento obrigatório para tutores de cães e gatos que pretendem embarcar com seus animais de estimação rumo a outros países. Coordenado no Brasil pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), esse processo digital exige o cumprimento rigoroso de regras sanitárias internacionais para a emissão do Certificado Veterinário Internacional (CVI), documento indispensável para autorizar a saída do animal do território nacional e garantir sua entrada legal no país de destino.
Ao planejar a documentação com antecedência, o tutor evita o risco de o pet ter o embarque recusado ou ser colocado em quarentena compulsória na chegada. O sistema do governo federal permite solicitar o CVI de forma totalmente eletrônica para os destinos mais comuns, integrando a validação de vacinas, laudos de sorologia e atestados de saúde emitidos por médicos-veterinários particulares.
Tabela de Dores: Diagnóstico da Viagem do Seu Pet
| O que você está sentindo (Sintoma / Dor) | O que o sistema apresenta (Status) | Como Resolver (Ação Direta) |
| Medo do pet ser barrado no aeroporto | Aguardando Emissão de CVI | Reunir o atestado do veterinário e as vacinas no Portal de Serviços para solicitar o certificado. |
| Desespero com o prazo da sorologia | Laudo de Anticorpos Exigido | Realizar a coleta de sangue 3 meses antes da viagem (exigência da União Europeia e outros países). |
| Dúvida se a vacina da raiva é válida | Comprovação de Imunização | Verificar se a vacina foi aplicada há mais de 30 dias e se o lote e o fabricante estão legíveis na carteira. |
| Confusão sobre a identificação do pet | Microchip Obrigatório | Implantar um microchip padrão ISO 11784/11785 antes de aplicar a vacina antirrábica da viagem. |
Exigências Sanitárias e Documentos Obrigatórios
Cada nação possui autonomia para definir suas próprias exigências sanitárias para a entrada de animais domésticos. Cabe ao tutor auditar as regras do país de destino, que geralmente se dividem em três pilares fundamentais:
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Identificação Eletrônica (Microchip): A grande maioria dos países (incluindo todos os membros da União Europeia, Japão e Estados Unidos) exige que o animal possua um microchip de identificação padrão internacional. Atenção: a implantação do chip deve ocorrer obrigatoriamente antes da aplicação da vacina antirrábica que constará no processo do CVI.
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Sorologia de Raiva e Vacinação: Para destinos com controle rígido de zoonoses, exige-se um exame de titulação de anticorpos contra a raiva, realizado a partir de uma amostra de sangue do pet analisada por um laboratório credenciado. O resultado deve comprovar um nível de anticorpos igual ou superior a 0,5 UI/ml.
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Atestado de Saúde do Veterinário: Emitido por um médico-veterinário de sua confiança em formulário específico. O documento possui validade curta (geralmente de 5 a 10 dias até o momento da solicitação ou embarque) e atesta que o animal foi examinado e está clinicamente saudável, livre de parasitas e apto a viajar.
Passo a Passo para Emitir o Certificado Veterinário Internacional (CVI)
Aviso Importante sobre Prazos de Emissão: A solicitação do CVI eletrônico deve ser enviada pelo Portal de Serviços respeitando a antecedência mínima exigida para cada localidade. Países que aceitam o CVI digital completo costumam demandar o envio com pelo menos 5 dias úteis de antecedência em relação à data do embarque. Fique atento, pois o descumprimento de prazos ou a falta de documentos impede a emissão do certificado pelas autoridades agropecuárias brasileiras.
🔗 Link Direto para Resolver: Acessar a Página Oficial de Solicitação do CVI no Ministério da Agricultura
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